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Dra. Carolina VecchiaOftalmologia · Retina

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Retina · Campos dos Goytacazes

Injeção intravítrea em Campos dos Goytacazes.

Tratamento de referência para DMRI úmida, edema macular diabético e oclusões venosas da retina, realizado pela Dra. Carolina Vecchia, oftalmologista com especialização em Retina pela UERJ.

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O que é a injeção intravítrea

É a aplicação de um medicamento dentro do olho, na cavidade vítrea, que fica logo à frente da retina. Assim o remédio age exatamente onde a doença está, em uma dose pequena e muito eficaz.

Os medicamentos mais usados são os antiangiogênicos, conhecidos como anti VEGF. Eles bloqueiam a formação de vasos anormais e reduzem o vazamento de líquido na mácula, a parte central da retina responsável pela visão de detalhes, leitura e reconhecimento de rostos. Em alguns casos são usados também medicamentos com corticoide.

Para quem é indicada

  • Degeneração macular relacionada à idade (DMRI) úmida, a principal causa de perda da visão central acima dos 50 anos.
  • Edema macular diabético, inchaço da mácula causado pelo diabetes, que embaça e distorce a visão.
  • Oclusões venosas da retina, popularmente chamadas de trombose no olho.
  • Retinopatia diabética proliferativa, em associação com o laser quando indicado.
  • Neovascularização por miopia alta e outras doenças da mácula.
Sinais que pedem avaliação rápida: linhas retas que parecem tortas, uma mancha no centro da visão, dificuldade nova para ler ou perda súbita de visão em um olho.

Como é feita a aplicação

  1. Avaliação e exames. Na consulta a Dra. Carolina examina a retina e solicita os exames de imagem que confirmam a indicação.
  2. Preparo. O olho recebe colírio anestésico e uma limpeza cuidadosa com antisséptico, em ambiente estéril.
  3. Aplicação. Com uma agulha muito fina, o medicamento é aplicado em poucos segundos. Você sente no máximo uma leve pressão.
  4. Retorno. Você volta para casa no mesmo dia, com orientações claras, e retorna para os exames que guiam as próximas aplicações.

Por que começar cedo

Nas doenças da mácula, o tempo faz diferença. O tratamento iniciado cedo tem mais chance de estabilizar e, em muitos casos, melhorar a visão. Quando o diagnóstico demora, parte da perda pode ser definitiva.

Por isso, quando há indicação, a consulta com a retinóloga não deve ser adiada.

Perguntas frequentes

A injeção intravítrea dói?

A maioria dos pacientes sente apenas uma leve pressão. O olho é anestesiado com colírio antes da aplicação, que dura poucos segundos. Depois pode haver um leve incômodo ou sensação de areia, que passa em pouco tempo.

Quantas injeções vou precisar?

Depende da doença e de como o seu olho responde. Em geral o tratamento começa com aplicações mensais e, conforme os exames mostram melhora, o intervalo entre elas vai sendo aumentado. O plano é individual e revisto a cada retorno.

Posso voltar para casa no mesmo dia?

Sim. Não há internação. Venha com um acompanhante, porque a visão pode ficar embaçada por algumas horas e não é recomendado dirigir logo após a aplicação.

Quais cuidados depois da aplicação?

Usar o colírio prescrito, evitar coçar o olho e não entrar em piscina ou mar nos primeiros dias. Dor forte, piora da visão ou vermelhidão intensa nos dias seguintes pedem contato imediato.

A injeção intravítrea tem riscos?

Complicações são raras. A mais importante é a infecção, por isso a aplicação é feita com técnica estéril e o acompanhamento é próximo. A Dra. Carolina explica todos os riscos e benefícios na consulta.

O plano de saúde cobre o medicamento?

Em muitos casos o medicamento pode ser solicitado ao plano de saúde, conforme a doença e as regras de cada operadora. A equipe orienta você sobre o laudo e a documentação necessários.

Atende pacientes de outras cidades?

Sim. Recebemos pacientes de São João da Barra, São Fidélis, Macaé, Itaperuna e de todo o Norte Fluminense. O agendamento pode ser feito pelo WhatsApp.